A vida imita a arte ou a arte imita a vida? Em alguns filmes de terror há lugares tenebrosos dos quais a gente só desejaria conhecer na ficção, talvez no cinema ou no sofá de casa enquanto comemos pipoca. Mas no Japão existe uma floresta, na base do Monte Fuji, chamada Aokigahara, também conhecida como a “floresta dos suicídios”.

(Monte Fuji, Japão)

Mais de 100 corpos são encontrados anualmente nesta floresta, além de bilhetes de suicídios, vestígios de rituais satânicos e até “manuais” de como se suicidar. Tudo começou em 1960 quando um livro de chamado Kuroi Jukai, do escritor Seicho Matsumoto, narrou um suicídio em Aokigahara. Isso bastou para que muitas pessoas se inspirassem na história, mesmo que ficcional, e passassem a escolher este como o seu destino final.

Pra você ter uma ideia, existe até placas na floresta Aokigahara, que é aberta ao público, desencorajando as pessoas a cometerem suicídio. Segundo informações de um jornal local, as trilhas mais fechadas são as favoritas de quem planeja tirar a própria vida.

Os métodos de suicídio mais recorrentes são o enforcamento, envenenamento e overdose. Obviamente, há rumores de que a floresta seja amaldiçoada ou mal assombrada. E o fato de celulares, bússolas e GPS não funcionarem por lá aumentam esta hipótese. Porém, isso é contestado por cientistas que dizem que isso ocorre devido as terras da floresta serem ricas em ferro magnético, impedindo o funcionamento desses aparelhos.

Ficou com arrepios? Calma, deve ser apenas o frio.

Fonte: Mental Floss.

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