O pastor da Assembleia de Deus, Silas Malafaia, foi indiciado pela Polícia Federal segundo uma matéria publicada pela revista ISTOÉ. Os crimes envolvem lavagem de dinheiro e participação num esquema de corrupção ligado a royalties da mineração.

O nome da investigação foi batizado como Operação Timóteo. A inspirado se refere ao livro do Novo Testamento da Bíblia, a primeira epístola a Timóteo. No capítulo 6, versículos 9-10, está escrito: 

“Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”.

No documento, publicado pela revista ISTOÉ, é possível ler a acusação de que o pastor teria recebido a quantia ilícita de R$ 100.000,00 do escritório de advocacia de Jader Pazinato.

Segundo a Polícia Federal, o dinheiro seria proveniente de recursos ilícitos desviados de prefeituras e repassado como propina. Isso, pela lei, é caracterizado como corrupção ativa e peculato.

Além de Silas Malafaia, outras 50 pessoas também foram indiciadas na Operação Timóteo da Polícia Federal.

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