A região do Baixo Augusta já chegou a ter 22 puteiros. Atualmente, são apenas oito.

Mas por que as casas de sexo estão fechando? Seria a crise financeira que acomete o país? A atual geração de jovens de São Paulo já não procura o entretenimento destas casas noturnas? A especulação imobiliária e os novos empreendimentos residenciais da rua Augusta tem afastado os clientes que antes procuravam por sexo pago? Estariam os puteiros se deslocando para outros bairros paulistas? 


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O Projeto de Lei 4.211, que regulamenta a atividade dos(as) profissionais do sexo, está parado na Câmara dos Deputados desde 2012 e foi proposto pelo deputado Jean Wyllys.

“Aquela prostituta de classe média alta, que divide um apartamento no Rio ou nos Jardins, em São Paulo, talvez seja menos vulnerável que o proletariado da prostituição, que depende das casas e de exploradores sexuais. Eu quero proteger os direitos delas, garantir a dignidade e combater a exploração sexual de crianças e adolescentes. Digo, ‘elas’, porque a maioria das pessoas que realizam trabalho sexual são do gênero feminino, mas o projeto também beneficia os garotos de programa”, afirmou o deputado do PSOL-RJ ao defender o seu projeto.

 

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